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    O governo russo informou nesta segunda-feira que continua tentando confirmar a morte do líder terrorista do Daesh, Abu Bakr al-Baghdadi, um mês após ter apontado que ele estaria morto após um ataque aéreo na Síria.

    Baghdadi teria sido morto em junho durante um bombardeio russo contra uma posição do Daesh próxima à cidade síria de Raqqa, informou em junho o Exército da Rússia. Outras entidades também chegaram a noticiar a morte do terrorista.

    Contudo, de acordo com o porta-voz russo Dmitry Peskov, o Kremlin ainda busca “informações mais precisas” sobre o tema, depois de uma fonte da inteligência iraquiana ter negado que Baghdadi esteja morto.

    “A informação que está chegando é contraditória e está sendo checada pelas agências relevantes”, afirmou Peskov.

    Na última sexta-feira, o chefe do Pentágono, James Mattis, disse que os Estados Unidos não poderiam “confirmar ou negar” que o líder do Daesh estaria morto. Segundo ele, a Casa Branca assumiria que ele está vivo” enquanto não ficasse provado o contrário.

    Já o Observatório Sírio de Direitos Humanos, sediado em Londres, declarou na semana passada ter ouvido de uma fonte ligada ao Daesh que Baghdadi estaria morto.

    Entretanto, o chefe do departamento de inteligência e contraterrorismo do Iraque, Abu Ali Basri, declarou neste domingo que Baghdadi “está se escondendo na Síria, mais precisamente nos arredores de Raqqa”.

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    Tags:
    Síria, Iraque, Rússia, Oriente, Dmitry Peskov, Abu Bakr al-Baghdadi, James Mattis, Abu Ali Basri, Daesh, Pentágono, Observatório da Síria para os Direitos Humanos, terrorismo, guerra síria, violência, segurança
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