11:01 21 Setembro 2018
Ouvir Rádio
    O retrato de Abu Bakr al-Baghdadi

    Mídia revela quem pode ser próximo líder do Daesh

    CC BY 2.0 / thierry ehrmann / Abu Bakr al Baghdadi, painted portrait
    Oriente Médio e África
    URL curta
    521

    Apesar de ainda não haver confirmações da morte de Abu Bakr al-Baghdadi, os analistas já fazem as primeiras suposições sobre seu possível sucessor.

    Como destacam os especialistas, um dos dois mais próximos partidários de al-Baghdadi, ambos antigos oficiais do exército iraquiano de Saddam Hussein, poderá ocupar o lugar do líder jihadista.

    Anteriormente, o Ministério da Defesa e a chancelaria russa haviam informado que, em resultado de um ataque realizado pela Força Aeroespacial russa contra posições dos terroristas em Raqqa, poderia ter sido eliminado Abu Bakr al-Baghdadi, o líder do grupo terrorista Daesh proibido na Rússia. No entanto, ainda não apareceram quaisquer confirmações.

    Viktor Ozerov, chefe da Comissão de Defesa e Segurança da câmara alta do parlamento russo, declara que a morte do líder terrorista poderá estar na origem da redução do nível de comando do Daesh e da resistência dos combatentes.

    De acordo com a Reuters, Iyad al-Obaidi e Ayad al-Jumaili tem todas as chances de encabeçar o grupo jihadista. Ambos têm sido ajudantes-chave de al-Baghdadi desde 2016, quando em resultado de um bombardeamento foram mortos seus anteriores conselheiros principais. Agora, al-Obaidi, que tem 50 anos, é o "ministro militar" do Daesh e Ayad al-Jumaili lidera o serviço de segurança dos terroristas. Um deles, segundo os analistas, poderá se tornar no próximo líder do Daesh.

    Conforme os especialistas, para se ser nomeado para o "cargo" de próximo líder tem que se receber aprovação do órgão consultivo do grupo, que conta com oito membros. Seis são naturais do Iraque, dois da Jordânia e Arábia Saudita, acrescenta a Reuters.

    Tags:
    jihad, líder terrorista, Daesh, Abu Bakr al-Baghdadi, Iraque, Oriente Médio
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik