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    O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, confirmou que os dois corpos encontrados pelas forças de paz da ONU no Congo são dos funcionários desaparecidos da organização, informou um comunicado nesta terça-feira.

    Congoleses vestidos com roupas nacionais antes de sua apresentação no âmbito do projeto Capoeira pela Paz em Kinshasa, República Democrática do Congo. 26 de setembro de 2016
    © AFP 2020 / Eduardo Soteras
    "Estou profundamente entristecido ao confirmar que os restos descobertos pelas forças de paz da Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO) em 27 de março, nos arredores da cidade de Kananga, na província congolesa de Kasaï-Central, são os de Michael Sharp (Estados Unidos) e de Zaida Catalan (Suécia), membros do Grupo de Peritos sobre a República Democrática do Congo, desaparecidos desde 12 de março de 2017", informou a declaração do secretário-geral.

    Guterres disse que a causa das mortes será determinada após um exame mais aprofundado e expressou a esperança de que as autoridades congolesas conduzirão uma investigação completa do incidente.

    As Nações Unidas conduzirão seu próprio inquérito e, se determinado que os peritos morreram em função de ações criminais, a Organização tentará "assegurar que a justiça seja feita".

    Em 13 de março, a mídia relatou que um cidadão dos Estados Unidos, Michael Sharp, e um cidadão sueco, Zaida Catalan, ambos funcionários das Nações Unidas na República Democrática do Congo, foram sequestrados com o seu intérprete local.

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    Tags:
    morte, ONU, Zaida Catalan, Michael Sharp, Antonio Guterres, República Democrática do Congo
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