05:56 09 Maio 2021
Ouvir Rádio
    Oriente Médio e África
    URL curta
    241
    Nos siga no

    O presidente iraquiano Fuad Masum pediu nesta quarta-feira (15) uma investigação conjunta das Nações Unidas e da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) sobre relatos de uso de armas químicas em Mossul pelo grupo terrorista Daesh (autodenominado Estado Islâmico).

    No dia 3 de março, surgiram relatos na mídia de que armas químicas haviam sido usadas durante um combate entre militantes do Daesh e tropas iraquianas no leste de Mossul. A atual operação de reconquista da cidade, a principal fortaleza remanescente do grupo jihadista no Iraque, começou em outubro de 2016 e resultou na liberação da parte oriental de Mossul em janeiro, mas a luta continua nas áreas ocidentais da cidade.

    Na semana passada, o Ministério da Defesa russo apontou a falta de uma resposta adequada da OPAQ aos recentes relatos de uso de armas químicas pelo Daesh no Iraque. O porta-voz do Ministério da Defesa russo, general Igor Konashenkov, disse que a OPAQ não tentou enviar seus especialistas para investigar os ataques com armas químicas e não emitiu nenhuma declaração oficial condenando o seu uso.

    O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) disseram neste mês que 12 pacientes foram encaminhados para hospitais com sintomas compatíveis com a exposição a um agente químico tóxico na região.

    Mais:

    Iraque: Daesh tem os dias contados em Mossul
    Iraque nega existência de provas sobre ataque químico do Daesh em Mossul
    Daesh usa gás venenoso em confronto com forças iraquianas em Mossul
    Carnificina brutal: forças iraquianas encontram mais uma vala comum perto de Mossul
    Tags:
    armas químicas, ataque, Estado Islâmico, Daesh, OMS, Cruz Vermelha, ONU, Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), Fuad Masum, Mossul, Iraque
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar