19:47 23 Outubro 2018
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    Membro de milícias curdas na cidade síria Ain Issi, 50 km ao norte de Raqqa

    Fonte na Casa Branca explica o motivo da liberação do fornecimento de armas para Síria

    © AFP 2018 / DELIL SOULEIMAN
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    A liberação de fornecimento de armas aos aliados dos EUA na Síria está relacionada à operação para libertação de Raqqa do domínio do Daesh, informou à Sputnik um representante da Casa Branca.

    Nesta quinta-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, revogou o embargo de fornecimento de armas para Síria, que é considerada por Washington como um país patrocinador do terrorismo. O memorando correspondente foi encaminhado aos chefes do Departamento de Estado e do Pentágono.

    “Essa liberação, solicitada pelo ministério da Defesa e assinada hoje pelo presidente, permite o fornecimento de equipamentos aos parceiros que estão preparando a campanha em Raqqa, a medida que nós ampliamos e fortalecemos os laços com as forças contrárias ao Daesh”, explicou o interlocutor da agência.

    “Síria é um Estado patrocinador do terrorismo. Desse modo, de tempos em tempos, o presidente precisa revogar os embargos pois, caso contrário, os militares dos EUA ficarão proibidos de fornecer armas aos nossos parceiros, que realizam operações antiterroristas na Síria”, disse a fonte na administração norte-americana. 

    Desde 2014, os EUA realizam ataques aéreos na Síria contra o grupo terrorista Daesh, sem autorização dos governo deste país. Além disso, equipes das forças especiais americanas atuam na república árabe, oferecendo suporte aos opositores do presidente sírio Bashar Assad no combate ao terrorismo.

    Raqqa é considerada a capital não oficial do Daesh na Síria e segundo centro do grupo terrorista na região, depois de Mossul (Iraque). A cidade de aproximadamente 300 mil habitantes foi tomada pelos jihadistas em 2013. As forças da oposição síria vem realizando uma operação de bloqueio à cidade nos últimos meses, no âmbito dos preparativos para a sua libertação.

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    Tags:
    oposição síria, armas, Casa Branca, Barack Obama, Raqqa, Síria, EUA
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