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    Militares dos EUA em Mossul, Iraque, 23 de novembro de 2016

    'Militares americanos têm que permanecer no Iraque mesmo depois da eliminação do Daesh'

    © AFP 2019/ THOMAS COEX
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    Os militares americanos e seus aliados têm que ficar no Iraque mesmo depois da eliminação do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia), declarou no sábado passado Ashton Carter, secretário de Defesa dos EUA.

    Segundo Carter, a missão da coalizão não deve ser limitada ao fim da operação militar contra extremistas em Mossul.

    "Há muita coisa a fazer para que tenhamos a certeza que o Daesh, uma vez eliminado, assim continue", destacou ele discursando no fórum de segurança na Califórnia.

    Carter sublinhou a necessidade de "combater os extremistas estrangeiros que agora tentam escapar, assim como as tentativas do Daesh para mudar suas áreas da atividade".

    Secretário de Defesa norte-americana frisa que é para isso devem ficar lá não apenas soldados americanos, mas também seus parceiros envolvidos na situação do ponto de vista militar.

    Como assinala o chefe do Pentágono, "no Iraque é muito importante prestar apoio e ajudar a preparar a polícia local, de tropas de fronteira e outras forças armadas", isto ajudará a manter os territórios limpos dos terroristas.

    Contudo, Carter não especificou até quando as forças da coalizão internacional devem permanecer no Iraque.

    A atual administração termina o seu mandato em 20 de janeiro de 2017.

    A operação de libertação de Mossul está sendo realizada pelos militares iraquianos com apoio aéreo da coalizão internacional chefiada pelos EUA. A operação para libertar Mossul, que está ocupada por terroristas desde 2014, começou em 17 de outubro de 2016.

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    Tags:
    coalizão internacional, operação militar, libertação, Daesh, Pentágono, Ashton Carter, EUA, Mossul, Iraque
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