13:56 21 Fevereiro 2018
Ouvir Rádio
    Bandeira do grupo terrorista Daesh

    Rússia destaca atuação mais ativa do Daesh na África

    © Sputnik/ Andrei Stenin
    Oriente Médio e África
    URL curta
    1 0 0

    A Rússia está observando aumento da atividade de grupos terroristas, inclusive do Daesh e da Al-Qaeda (proibido na Rússia e em vários outros países) no continente africano.

    O respectivo anúncio foi feito pelo diretor do Departamento da África do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Valery Utkin, em entrevista à agência Sputnik.

    Segundo ele, os terroristas estão tentando desestabilizar a situação em muitos países africanos.

    Utkin ressalta que os grupos terroristas que representam o maior perigo são o Daesh, Boko Haram, Al-Shabaab, Al-Qaeda no Magrebe Islâmico e Al-Murabitun.

    O diplomata russo frisa que devido às ações dos grupos terroristas acima referidos, a situação continua tensa na Somália, no sul do Sudão, na República Centro-Africana e na região do Sahel, no sul do deserto do Saara.

    "A cooperação na luta contra novos desafios e ameaças faz parte das nossas relações com os países africanos", conclui Utkin.

    Vale destacar que o terrorismo está entre as questões cruciais discutidas regularmente entre a Rússia e representantes africanos, tanto a alto nível como a nível parlamentário. O vice-ministro da chancelaria russa, Mikhail Bogdanov, realiza visitas de trabalho ao continente africano para se reunir com os líderes dos países da África.

    Mais:

    Tendência perigosa: Maior parte do Daesh vai fugir da Síria para Líbia até 2017
    França triplica a presença da sua força aérea no combate ao Daesh
    Forças de segurança do Iêmen informam sobre eliminação de líder da Al-Qaeda
    Universidade americana contrata ex-recrutador da Al-Qaeda
    Tags:
    desestabilização, ameaças, perigo, terroristas, Al-Shabaab, Daesh, Ministério das Relações Exteriores, Al-Qaeda, Boko Haram, Sudão do Sul, Saara, Somália, África, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik