16:54 28 Setembro 2020
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    Nenhum país do mundo, que declare sua preocupação com as ações de grupos terroristas na Síria, começou agindo, além da Rússia.

    Sergei Lavrov e John Kerry em Viena
    Ministério das Relações Exteriores da Federação da Rússia
    Durante o ano em que a operação aérea está sendo realizada, de acordo com o pedido oficial das autoridades sírias, a Rússia alcançou pelo menos duas coisas: os terroristas perderam uma parte significativa das forças e o exército sírio recuperou posições chave que se tornaram fortes pontos de apoio para operações ofensivas.

    O ex-ministro da Informação da Síria Mehdi Dakhlalla disse à agência de notícias Sputnik Árabe que durante um ano a cooperação entre a Força Aérea da Federação Russa e o exército da Síria provaram a eficácia de ações conjunta coordenadas da aviação estrangeira com a infantaria nacional. Essa interação ajudou a eliminar mais de mil terroristas muito perigosos do Daesh e Frente al-Nusra (ambas são organizações terroristas proibidas na Rússia e muitos outros países).

    "A cooperação entre a Rússia e a Síria, e o respeito pela soberania da Síria [por parte de Moscou], preveniram muitos fenômenos negativos, como a intervenção no país, a violação do direito das pessoas em escolherem seu próprio destino, a mudança de regime por causa de forças externas ao país, a hegemonia, etc.", disse Dakhlalla.

    Segundo ele, a Rússia e a Síria, levando uma guerra conjunta contra o terrorismo, estão protegendo a humanidade da ameaça terrorista, enquanto os outros governos estão apenas tentando ganhar o controle sobre a situação na Síria.

    Dahlalla acredita que só a diplomacia realizada pela parte russa não viola o direito internacional e que ela exerce sua atividade na Síria de acordo com absolutamente todas as resoluções da ONU, particularmente com as resoluções 2253 e 2170.

    "Essas duas resoluções obrigam todo o mundo a combater o terrorismo e a congelar imediatamente todas suas fontes de financiamento", acrescentou Dahlallah.

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    Tags:
    diplomacia, cooperação militar, Frente al-Nusra, Daesh, ONU, EUA, Síria, Rússia
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