08:56 03 Julho 2020
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    No sábado a coalizão anti-Daesh atacou posições do Exército sírio, matando 62 e ferindo cerca de 100 pessoas.

    "O presidente Assad ressaltou que as partes que são hostis à Síria estão esgotando todas suas energias e recursos para manter a guerra terrorista na Síria, observando que, sempre que o Exército governamental sírio alcança progressos tangíveis, o estado que é hostil à Síria aumenta seu apoio às organizações terroristas, e o exemplo mais recente disso é a flagrante agressão dos EUA contra a posição do Exército sírio em Deir ez-Zor para benefício do Daesh", informou na segunda-feira(19) a agência de notícias síria Sana.

    Austrália, Dinamarca e Reino Unido confirmaram sua participação nos ataques em Deir ez-Zor.

    Drone RQ-4 Global Hawk
    © AP Photo / Northrop Grumman via Marinha dos EUA, Erik Hildebrandt
    Os aviões da coalizão anti-Daesh, no sábado, efetuaram quatro ataques contra as tropas sírias, que estavam cercadas por terroristas do Daesh (banido na Rússia), perto de Deir ez-Zor, matando 62 soldados e ferindo cerca de 100. O Pentágono expressou o seu "pesar" e disse que o alvo eram terroristas e não as forças sírias.

    Após o incidente, começaram a aparecer apelos às autoridades dos EUA para estas justificarem os ataques a soldados que lutam contra o Daesh, ação que se tornou muito útil para os terroristas. Esta situação poderá aumentar as tensões e no futuro levar ao fracasso de uma solução diplomática, notam especialistas.

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