18:09 22 Novembro 2017
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    Bombardeio ao Iêmen.

    Participação do Egito nas operações no Iêmen estaria ligada à reaproximação com os EUA

    © REUTERS/ Nabeel Quaiti
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    Revogação do embargo americano sobre venda de armas ao Egito estaria relacionada à participação do país nas operações no Iêmen. É o que revelou o major-general da reserva do exército libanês e chefe do Centro de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio, em Beirute, Hisham Jaber, em entrevista ao Sputnik Arabic.

    Segundo o especialista, a revogação do embargo teria uma relação direta com os recentes eventos no Iêmen. 

    “Além disso, sabemos que, após a derrota da Irmandade Muçulmana no país, as relações ente o governo egípcio e os Estados Unidos foram retomadas”, pontuou Jaber. 

    Segundo o ex-militar, os passos dados por Cairo, no sentido de uma reaproximação com Teerã, deixaram a Casa Branca bastante satisfeita. Satisfação essa estendida pelo fato da participação do Egito nas “forças militares unificadas árabes”, o que resultou na revogação do embargo americano de venda de armas ao país africano, bem como na retomada da cooperação militar de Washington e Cairo. 

    Ou seja, apesar das expectativas do Egito se colocar como mediador do conflito no Iêmen, o país optou por se adequar à política externa dos EUA, concluiu Hisham Jaber.

    Tags:
    Irmandade Muçulmana, Hisham Jaber, Iêmen, Egito, Irã, EUA
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