23:45 22 Agosto 2019
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    Sala de execução em Oregon.

    Flórida executa homem condenado por dois assassinatos em 1983

    © AP Photo / Rick Bowmer
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    Após mais de duas décadas esperando a morte, Michael Lambrix, de 57 anos, foi executado com uma injeção letal nesta quinta-feira (5) na prisão estadual da Flórida, no condado de Bradford.

    Em suas palavras finais, ele escolheu rezar o Pai Nosso, terminando com "livrai-nos do mal". Após a injeção do coquetel de drogas, Lambrix teve cerca de 5 minutos de vida. Um médico checou seu pulso e o declarou morto, segundo a agência Associated Press.  

    Um porta-voz da prisão afirmou que sua irmã foi a única familiar presente durante a execução e que ela não quis falar com a imprensa. Lambrix foi o segundo preso morto após a pena de morte ser restaurada na Flórida, em agosto. 

    As execuções haviam sido interrompidas após uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que considerou o método de julgamento inconstitucional. Os legisladores da Flórida, então, passaram uma nova lei com a exigência de votações unânimes do júri para o cumprimento de sentenças de morte.

    Lambrix foi condenado em 1983 pelo assassinato de Clarence Moore e Aleisha Bryant.

    O advogado do preso executado, William Hennis, argumentou em um apelo à Suprema Corte que o júri não decidiu de maneira unânime pela morte de Lambrix e que, portanto, o resultado do julgamento não deveria ser considerado. A Justiça ignorou o pedido sob o argumento de que o caso era muito antigo para ser enquadrado no novo sistema de condenação.

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    Suprema Corte dos EUA, Estados Unidos
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