11:28 23 Agosto 2019
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    Rapaz em carro abandonado no orfanato em Saná, Iêmen

    Órgão de Vigilância Sanitária da Rússia alerta para epidemia de cólera no Iêmen

    © REUTERS / Khaled Abdullah
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    O Serviço Federal russo de Defesa dos Direitos dos Consumidores e Bem-Estar Humano Rússia (Rospotrebnadzor) emitiu um alerta neste domingo (11) sobre um aumento nas taxas de infecção de cólera no Iêmen e pediu aos cidadãos russos para evitar o país.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país africano já registrou mais 100 mil casos de cólera, com 789 mortes, desde o início do surto, em 6 de outubro de 2016. A OMS estima que 7,6 milhões de iemenitas vivem em áreas com alto risco de transmissão da doença.

    O Iêmen está em guerra civil desde março de 2015. O conflito é travado entre o governo internacionalmente reconhecido do presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi e o movimento Houthi — apoiado por unidades do exército leais ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh.

    O Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários caracteriza a situação no Iêmen como "a maior crise humanitária do mundo", com 18,8 milhões de pessoas que precisam de ajuda humanitária, incluindo 10,3 milhões que necessitam de ajuda imediata para salvar ou sustentar suas vidas.

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    Tags:
    ONU, OMS, Abd Rabbuh Mansur Hadi
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