02:03 20 Julho 2019
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    Forças Armadas na seguranca Olimpiadas Rio 2016

    Forças Armadas vão continuar presentes no Rio nas Paralimpíadas e nas eleições municipais

    Tomaz Silva/Agência Brasil
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    O Ministro da Defesa, Raul Jungmann fez um balanço positivo da atuação das Forças Armadas durante as Olimpíadas. Jungmann ainda anunciou que as Forças Armadas também vão reforçar a segurança da cidade nas Paralimpíadas e até ainda estarão presentes nas eleições municipais no Rio, mas para as eleições em outubro o efetivo ainda não foi definido.

    Em coletiva à imprensa, Raul Jungmann afirmou que as Forças Armadas cumpriram com sucesso o trabalho de garantir a paz e a tranquilidade durante os Jogos Olímpicos, destacando que ocorreram apenas pequenos incidentes na cidade, se referindo ao ônibus que levava jornalistas e foi apedrejado na via expressa Transolímpica, quando ia de Deodoro para o Parque Olímpico, e a bala que foi encontrada no Centro de Mídia.

    "Nós não convivemos com nenhuma crise na defesa e na segurança ao longo dessas Olimpíadas. Nós tivemos incidentes, mas não tivemos nenhum tipo de crise.  Tenho certeza de que o desenvolvimento desses Jogos, a tranquilidade e a segurança, a sensação de segurança do carioca, do Rio de Janeiro, sem sobra de dúvida atesta a nossa avaliação, no nosso entendimento que é positivo. A nossa avaliação é que nós entregamos ao povo carioca e em outras partes ao povo brasileiro, aquilo que nós prometemos paz e tranquilidade. Todo o caderno de encargos que o COI (Comitê Olímpico Internacional) nos atribuiu, nós cumprimos ele 100%."

    Já a morte do soldado da Força Nacional Hélio Andrade, que levou um tiro na cabeça após entrar por engano na comunidade da Vila do João, no Complexo da Maré na Zona Norte do Rio, Jungmann considerou o caso como policial, relacionado à segurança do Rio e não uma ocorrência relacionada aos Jogos Olímpicos.

    Sobre o trabalho das Forças Armadas durante as Paralimpíadas, Raul Jungmann informou que será mantido no Rio o mesmo efetivo das Olimpíadas. Agora haverá uma redução dos militares, mas a partir do dia 31 de agosto, quando a Vila dos Atletas for aberta, cerca de 23 mil militares estarão no Rio, dando apoio no patrulhamento da cidade e repetindo as  ações de defesa e segurança ocorridas nas Olimpíadas.

    "A garantia da lei e da ordem continua, e nós continuamos cumprindo o nosso papel," afirmou o Ministro da Defesa.

    O Ministro da Defesa ainda destacou o trabalho de inteligência contra ações antiterroristas. Durante o período Olímpico, em todo o país 78 ocorrências de material abandonado foram registradas, sendo 51 delas foram atendidas no Rio de Janeiro como medida de prevenção ao terrorismo.

    "O que na verdade nós tivemos, um grande incremento, foi entre inteligência, nosso sistema de inteligência, inclusive inteligência militar, de Polícia Federal e da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), com a inteligência dos demais países por conta da questão do terrorismo. Isso houve, inclusive nós tivemos aqui um Centro Internacional de Inteligência trabalhando e cooperando conosco aqui, e isso funcionou muito bem a contento."

    Durante as Paralimpíadas, os militares continuarão responsáveis pela segurança dos dois Aeroportos do Rio, o Santos Dumont e o Internacional Tom Jobim e dos arredores, além do patrulhamento nas vias que passam pelos locais Olímpicos e pontos turísticos, como o Pão de Açúcar, o Carcovado e a Pira Olímpica, instalada próximo à Igreja da Candelária e do Boulevard Olímpio, no Centro da cidade. As Forças Armadas também vão atuar em missões marítimas e aéreas, com abordagem de embarcações e interceptação de aeronaves, além das ações de prevenção antiterroristas.


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    Jogos Paralímpicos, Jogos Rio 2016, balanço, Jogos Olímpicos, segurança, Ministério da Defesa, Raul Jungmann, Rio de Janeiro, Brasil
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