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Para socióloga, afastamento de Cunha não mudará tendência pró-impeachment no Senado

© Marcos Oliveira/Agência SenadoJosé Eduardo Cardozo na Comissão de Impeachment para debater o relatório apresentado pelo Senador Antonio Anastasia
José Eduardo Cardozo na Comissão de Impeachment para debater o relatório apresentado pelo Senador Antonio Anastasia - Sputnik Brasil
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Em parte dos meios acadêmicos, a nova defesa feita nesta quinta-feira, 5, do advogado-geral da União, José Eduardo Cardoso, na sessão especial do Senado que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, não impedirá o andamento do processo.

A socióloga e coordenadora de programas de pós-graduação e doutorado do Centro Universitário de Araraquara, Vera Bota Ferrante, diz que, a essa altura dos acontecimentos políticos, é impossível reverter o afastamento da presidente.

Segundo Vera, dependendo do comportamento de um novo governo do atual vice, Michel Temer, e se não houver fatos relevantes ao longo dos 180 dias de afastamento da presidente após aprovação no Senado, talvez haja uma possibilidade de reversão no julgamento final do processo.

"Isso, no entanto, vai depender muito dos movimentos sociais. A saída de Cunha (da presidência da Câmara) foi necessária, mas insuficiente para mudar os votos dos senadores. O curioso é que, apesar de toda a polêmica, a presidente Dilma é a única até agora que não cometeu crime de responsabilidade."

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