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Polícia Federal envia ofício ao WhatsApp demandando informações sobre disparo de fake news

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A Polícia Federal enviou ofício ao Whatsapp demandando números de telefone e dispositivos que dispararam notícias falsas de forma massiva durante a campanha eleitoral, informou o jornal Folha de S. Paulo citando fontes familiares às investigações.

A Polícia abriu inquérito após uma denúncia da Folha que denunciou a compra de pacotes de disparo de mensagens por empresários. A prática é ilegal e considerada doação ilegal de campanha. Os agentes querem identificar o teor das mensagens enviadas. Devido ao pedido feito pela Procuradoria-Geral da República, a denúncia vai focar em ambos os candidatos e não só em Jair Bolsonaro, como publicado pelo jornal.

Além do ofício enviado ao Whatsapp, a polícia também está se esforçando para rastrear a atividade de empresas citadas na reportagem, acusadas de venderem os pacotes de disparo: SMS Market, Yacows, Quickmobile e Croc Service.

Internamente, de acordo com a Folha, há descrença sobre a colaboração do aplicativo com as diligências. Investigadores costumam se referir a casos passados, em que o WhatsApp se negou a entregar dados mesmo sob ordem judicial. Ao jornal, o mensageiro disse colaborar com as autoridades brasileiras e mencionou esforços próprios para combater redes de spam.

Tags:
doação ilegal de campanha, fake news, Croc Service, Quickmobile, Yacows, SMS Market, Procuradoria-Geral da República (PGR), Folha de S. Paulo, Polícia Federal, WhatsApp, Jair Bolsonaro, Brasil
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