Ministros Admar Gonzaga e Jorge Mussi durante sessão plenária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 18 de outubro de 2018

TSE abre ação para investigar campanha de Jair Bolsonaro

© Foto: Roberto Jayme/ Ascom/TSE
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O corregedor-eleitoral do TSE e relator da ação protocolada pelo PT contra Jair Bolsonaro, Jorge Mussi decidiu abrir investigação sobre denúncia de uso indevido de Whatsapp para promoção de fake news. Campanha do PSL tem 5 dias para responder questionamentos feitos pela Corte.

O ministro, porém, negou outros pedidos feitos pelo PT como quebras de sigilo e mandados de busca e apreensão a empresas supostamente envolvidas na compra disparos de mensagem em massa no Whatsapp.

Para Mussi, decisão precisa ser tomada com cautela e pedido do PT se apóia exclusivamente na matéria da Folha de São Paulo, sem outros indícios ou provas que justificassem demonstrar a veracidade da suspeita. De acordo com o G1, O juiz não negou a possibilidade de ordenar tais ações no decorrer do processo.

A campanha de Jair Bolsonaro agora tem 5 dias corridos para responder a vários questionamentos do TSE. Após a resposta, o corregedor julgará a necessidade de novas provas. O pedido de cassação da candidatura e inegibilidade de Bolsonaro, porém, ainda não têm prazo para serem julgados.

Procuradoria-Geral da República determina investigação

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge também se manifestou e pediu que a Polícia Federal apure se empresas de tecnologia estão, de fato, espalhando fake news em redes sociais contra Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. O pedido foi encaminhado para o gabinete do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, à quem a PF é subordinada.

Tags:
WhatsApp, G1, PT, Folha de São Paulo, TSE, Jair Bolsonaro, Jorge Mussi, Brasil
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