Sessão plenária jurisdicional do TSE (outubro de 2018)

A 10 dias das eleições, TSE diz 'estudar' parceria para inibir fake news no WhatsApp

© Foto: Roberto Jayme/TSE/Ascom
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A 10 dias para o 2º turno, o TSE se manifestou hoje sobre a disseminação de fake news (notícias falsas) pelo Whatsapp. Diante de denúncias envolvendo o uso irregular do aplicativo por apoiadores do candidato Jair Bolsonaro, a Corte publicou notícia no Twitter em que diz "estudar possibilidade de firmar parceria com UFMG para inibir fake news".

De acordo com o site do Tribunal, técnicos se reuniram com o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e coordenador do projeto Eleições sem Fake, Fabrício Benevenuto para uma apresentação sobre iniciativas que inibiriam a troca de mensagens falsas pelo Whatsapp.

Trata-se de uma iniciativa inédita que conteria a disseminação de links pelo aplicativo. Além de funcionários do TSE, participaram do encontro integrantes do Ministério Público Eleitoral (MPE), da Polícia Federal (PF), da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), vinculado ao Ministério da Defesa.

Pela nota divulgada pelo TSE, secretário-geral da Presidência da Corte, Estêvão Waterloo afirmou que a possibilidade de parceria com a UFMG será analisada. 

Recepção

Entre internautas, o timing da notícia foi mal-recebido. Entre as respostas ao tweet do TSE estão dezenas de mensagens apontando o atraso da iniciativa e o fato da reunião ter acontecido precisamente no dia em que a campanha do candidato Jair Bolsonaro é acusado de fazer uso indevido do Whatsapp para enviar mensagens em massa contra o PT. O TSE não se manifestou sobre as acusações até o momento.

Tags:
Universidade Federal de Minas Gerais, Agência Brasileira de Inteligência, Polícia Federal, Ministério Público Eleitoral (MPE), UFMG, Estêvão Waterloo, Fabrício Benevenuto, Jair Bolsonaro, Brasil
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