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    Biólogos juntaram uma fêmea e um macho em um mesmo local para que acasalassem, porém, provas genéticas mostram que ela engravidou sem ajuda do companheiro.

    Uma fêmea dragão-de-komodo do Zoológico de Chattanooga, nos Estados Unidos, deu à luz em setembro de 2019 três machos. A mãe, chamada Charlie, conviveu com o macho Kadal, que foi colocado no mesmo recinto precisamente para que os dois exemplares acasalassem.

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    Публикация от Chattanooga Zoo (@chattanoogazoo)

    Contudo, desde o começo, os biólogos envolvidos não tinham certeza da paternidade das crias.

    Para dissipar as dúvidas, os especialistas esperaram o momento em que seria possível realizar um exame genético nos répteis envolvidos. A oportunidade ocorreu em fevereiro.

    Agora, a análise de DNA demonstrou que as crias nasceram sem a necessidade de que Kadal fertilizasse Charlie, segundo publicou o zoológico em sua página no Facebook.

    Ainda que o réptil não tenha encontrado nenhum outro macho, ela se autofecundou por partenogênese, que seria uma reprodução assexual.

    A reprodução por partenogênese já foi detectada anteriormente nesta espécie, mas somente em liberdade. Em seu habitat, que inclui as ilhas indonésias de Komodo, Flores e ilhas próximas, estes dragões vivem de maneira solitária e frequentemente se metem em brigas entre eles. Por este motivo, os dragões-de-komodo desenvolveram esta estratégia evolucionária de reprodução.

    Esta espécie de réptil é considerada vulnerável, ou seja, corre um alto risco de ser extinta da natureza.

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    Tags:
    réptil, reprodução, Indonésia, dragão
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