12:31 25 Agosto 2019
Ouvir Rádio
    Mulher com seu filho em praia italiana

    Bactéria carnívora quase mata banhista na Flórida

    © Sputnik / Vladimir Vyatkin
    Mundo insólito
    URL curta
    0 50

    Tony Meredith foi diagnosticado com infecção mortal causada por diferentes tipos da bactéria.

    Um morador de Colquitt, Estados Unidos, quase perdeu sua perna e correu perigo de morte após contrair uma bactéria carnívora em Panama City Beach, Flórida, segundo publicou a mídia local.

    Tudo começou quando Tony Meredith, ao voltar para sua cidade, sentiu sintomas semelhantes à gripe após nadar em praias da Flórida. Ao perceber que sua perna ficou roxa, ele buscou ajuda médica.

    Tony foi diagnosticado com uma infecção aguda, chamada fasciíte necrosante, causada por vários tipos de bactéria carnívora. A bactéria entrou no organismo do americano, a partir de um arranhão em seu joelho, enquanto este se banhava. Atualmente, o paciente está se recuperando.

    Outros casos

    Pelo menos 1/3 dos que sofrem com fasciíte necrosante acabam morrendo, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. No início de julho, um homem chamado William Bennet, 66, morreu após nadar em diferentes praias da Flórida.

    Em outro caso, um banhista também foi acometido da mesma infecção sem se banhar em águas contaminadas pela bactéria. Em junho, uma senhora de 77 anos morreu de fasciíte necrosante após cair na água e ter cortado sua perna em uma praia da Flórida.

    Autoridades da Flórida recomendam ter cuidado, aos banhistas que tiverem algum tipo de ferida, ao entrar nas águas quentes e salgadas do golfo do México e baías circunvizinhas.

    Mais:

    VÍDEO desesperador mostra tubarão circundando mulher em praia da Flórida
    'Reino Unido é especialista nessas especulações', diz presidente do CNPC sobre frango com salmonela
    Nova espécie de tubarão que expele líquido fluorescente é achada no golfo do México (FOTOS)
    Tags:
    Golfo do México, Flórida, bactérias
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar