03:04 16 Outubro 2018
Ouvir Rádio
    Escultura do monstro do lago Ness na Escócia (foto de arquivo)

    Google Maps censura FOTOS de monstro do lago Ness: o que estão escondendo?

    © AP Photo/ Norm Goldstein
    Mundo insólito
    URL curta
    1154

    O Google foi acusado de esconder a existência do monstro do lago Ness ao desfocá-lo nos mapas, comunica o diário Daily Star.

    O aplicativo Google Maps foi usado por conspiracionistas como prova de muitos fenômenos. Pessoas que creem em teorias de conspiração encontraram algo muito precioso durante buscas no mapa da Escócia.

    Suposto monstro do lago Ness na Escócia
    Suposto monstro do lago Ness na Escócia

    De acordo com lendas sobre o monstro do lago Ness, no grande lago há um monstro enorme. Vale destacar que há muitos rumores e fotos sobre o encontro com o monstro, mas todos sem quaisquer observações concretas.

    No entanto, uma imagem de satélite apareceu para mostrar que algo está se escondendo debaixo d'água, informa o Daily Star.

    "O que estão escondendo" o Google tira a imagem do suspeito monstro do lago Ness dos mapas

    Conforme os internautas, a imagem mostra um monstro imenso com sua cabeça sobre a água. Além disso, crê-se que as silhuetas menores perto da criatura são seus filhotes.

    Imagens do monstro do lago Ness atingiram número recorde no ano passado. Por exemplo, as onze observações registradas no livro de avisos oficial de 2017 correspondem ao número recorde neste século.

    É interessante que cada vez mais pessoas estão mostrando interesse pelos eventos ligados à criatura, sendo, até mesmo, organizadas muitas competições por toda a Escócia, com convidados escrevendo livros sobre Nessie e sobre sua real existência.

    Mais:

    Cadáver do 'monstro do lago Ness' é achado nos EUA (VÍDEO)
    VÍDEO chocante retrata 'monstro de lago Ness' encontrado nos Bálcãs
    Turista grava imagens de 'monstro do lago Ness' (VÍDEO)
    Tags:
    enigma, perigo, medo, monstro do Lago Ness, Google Maps, Escócia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik