00:12 18 Agosto 2019
Ouvir Rádio
    Material explícito online

    Indiana tenta proibir pornô ao marido exigindo introdução de lei nacional

    CC0 / Pixabay
    Mundo insólito
    URL curta
    559

    Uma mulher afirmou que o vício do seu marido de 55 anos em relação ao conteúdo pornográfico estava arruinando sua família.

    Na Índia, uma mulher recorreu à ajuda do Supremo Tribunal com o fim de pedir ao governo do país que imponha uma proibição completa da pornografia online. Em seu apelo, a engenheira de Mumbai afirmou que ela tem sido vítima de violência doméstica e abusos sexuais devido ao fato do seu marido ser viciado em pornô online.

    "Meu marido virou viciado em pornô e passa muito de seu tempo precioso assistindo pornografia. Hoje em dia, os filmes pornô são acessados facilmente por toda a Internet e na sequência disso meu marido caiu nesse vício de ver vídeos, filmes e imagens pornográficas, o que tornou perversa a mente de meu marido e arruinou minha vida matrimonial", confessou a mulher na sua queixa.

    Ela exortou o Supremo Tribunal para que desse ordens firmes ao governo, visando bloquear todos os sites que contenham materiais pornográficos e projeção indecente de mulheres e crianças.

    A demandista revelou que ela estava preocupada com o impacto que o vício do marido pode produzir nos filhos, porém adiantou que eles são bem disciplinados.

    "Meu marido está em uma idade avançada, mas apesar disso ele perdeu o rumo ao se viciar em pornô, então imaginem o que este vício pode fazer às mentes inocentes de jovens e crianças do nosso país em geral", adiantou.

    Vale ressaltar que é proibido assistir ou distribuir pornô infantil na Índia, porém, a pornografia adulta é de acesso livre.

    Mais:

    'Barbie musculosa' russa vira ídolo para powerlifters em todo o mundo (FOTOS)
    Reino Unido recebe 350 denúncias de abuso sexual na comunidade futebolística do país
    Cientistas explicam por que sexo foi inventado
    Tags:
    família, lei, tribunal, filmes, pornografia, pornô, Índia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar