13:41 16 Outubro 2018
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    Agentes secretos das tropas russa durante os exercícios militares

    Opinião: Rússia 'está aprendendo lições' ao conduzir sua política externa

    © Sputnik / Said Tsarnaev
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    De acordo com o ex-comandante das forças da OTAN, os EUA não podem realizar negociações "mais amplas" com a Rússia, por causa de sua política externa que se torna cada vez mais "sucessiva", sendo que as Forças Armadas russas "aprendem lições".

    "Precisamos de negociações mais amplas com nossos parceiros russos que não podem ser realizadas devido às suas ações", declarou o ex-comandante das Forças Aliadas da OTAN na Europa, general aposentado estadunidense Philip M. Breedlove, comentando sobre os incidentes cada vez mais frequentes com aviões militares russos e da OTAN.

    Ao mesmo tempo, o general aposentado destacou que estes incidentes ocorrem não somente no céu sobre mares Negro e Báltico, mas também sobre território da Síria.

    "Necessitamos de oportunidades mais sérias para resolver questões semelhantes", opina.
    Ademais, Breedlave acredita que Moscou é responsável por eventos que ocorreram na Abkházia e Ossétia do Sul em 2008, lembrando, neste contexto, a reintegração da Crimeia com a Rússia.

    "O que eles [Rússia] fizeram na Geórgia, repetiram depois na Crimeia, mas com maior sucesso. Possuem forças armadas que aprendem lições. Suas ações refletem a política [russa] dedicada a pressionar OTAN", declarou ex-comandante.

    No dia 8 de agosto de 2008, o exército da Geórgia atacou a República da Ossétia do Sul. Como resposta, a Rússia iniciou uma operação para impor a paz à Geórgia.

    Em 26 de agosto de 2008, o então presidente da Rússia, Dmitry Medvedev assinou decretos sobre o reconhecimento da independência da Abkházia e da Ossétia do Sul e estabelecimento de relações diplomáticas com ambas as repúblicas. Enquanto isso, a Geórgia ainda considera as regiões como parte de seu território.

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    Tags:
    intervenção estrangeira, incidente aéreo, lição, política externa, negociações, Exército da Rússia, OTAN, Philip Breedlove, Abkházia, Ossétia do Sul, Crimeia, EUA, Rússia
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