23:42 19 Setembro 2020
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    A OTAN acredita que a Rússia não deva aumentar a sua presença na Líbia, como aconteceu na Síria, disse o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg.

    "Vigiamos cuidadosamente a situação na Líbia no contexto geral. Vimos os resultados da presença russa na Síria, o que somente agravou a situação, e claro que vamos tentar evitar algo parecido na Líbia", declarou Jens Stoltenberg na sessão da Assembleia Parlamentar da OTAN na Romênia. O seu discurso pode ser assistido no site da OTAN.

    Jens Stoltenberg declarou que a OTAN "apela a todos os países, incluindo a Rússia, para que apoiem os esforços da ONU e do governo reconhecido pela organização a fim de que a situação na Líbia seja resolvida pacificamente".

    Anteriormente, ao comentar a posição russa quanto à Líbia, o chefe do grupo de contato sobre o país em questão do Ministério das Relações Exteriores e Duma, Lev Dengov, disse à Sputnik que Moscou não reconhece nenhuma das partes do conflito líbio e não está interessada em fornecer armas.

    Forças militares dos EUA se preparam para mais um exercício durante atividades militares na Suécia (foto de arquivo)
    © REUTERS / Bjorn Larsson Rosvall/TT News Agency
    Depois da derrubada do líder Muammar Gaddafi, a Líbia vem enfrentando crise grave. O país foi dominado por um poder duplo: no leste do país, na cidade de Tobruk, preside o parlamento escolhido pelo povo, no oeste do país, na capital Trípoli, atua o Governo do Acordo Nacional formado com o apoio da ONU e União Europeia.

    As autoridades da parte leste do país atuam independentemente de Trípoli e cooperam com o exército nacional líbio chefiado pelo marechal Khalifa Hafter, que está travando luta duradoura contra os islamistas.

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    Tags:
    conflito armado, ONU, OTAN, Muammar al-Gaddafi, Jens Stoltenberg
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