23:13 15 Outubro 2019
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    Editora-chefe da agência de notícias Sputnik, Margarita Simonyan

    Margarita Simonyan ridiculariza relatos de interferência da agência nas eleições nos EUA

    © Sputnik / Iliia Pytalev
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    A editora-chefe da Sputnik e do canal RT , Margarita Simonyan , comentou a iniciativa dos congressistas norte-americanos de investigar a alegada interferência da Rádio Sputnik nas eleições presidenciais estadunidenses no ano passado.

    "Acusar uma rádio que começou a transmitir 2 meses atrás de ter interferido nas eleições é um novo patamar intelectual atingido pelo establishment americano. Psaki [porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos conhecida por suas declarações ambíguas] está aplaudindo de pé", gracejou.

    Recentemente, foi comunicado que três congressistas americanos — Anna G. Eshoo, Michael F. Doyle y Frank Pallone Jr — enviaram uma carta aberta ao presidente da Comissão Federal de Comunicações, Ajit Pai, pedindo para investigar os relatos sobre a alegada intervenção da rádio nas eleições estadunidenses, não obstante a emissão na frequência indicada de 105.5 FM só ter começado vários meses após a votação.

    Na carta, os congressistas citam o artigo do jornal The New York Times, intitulado "RT, Sputnik e a Nova Teoria da Guerra da Rússia", que fala da suposta influência da Sputnik no resultado das eleições. Ademais, frisa-se que a rádio poderia usar a respectiva frequência para divulgar desinformação e "influir na política estadunidense, minando as eleições". Nenhumas evidências foram apresentadas.

    Os congressistas indicam as emissões da Sputnik na frequência de 105.5 FM em Washington DC, ignorando o fato de que o primeiro programa foi emitido em 1 de julho de 2017, mais de 6 meses após as presidenciais.

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    Tags:
    intervenção estrangeira, The New York Times, RT, Congresso, Rádio Sputnik, Hillary Clinton, Margarita Simonyan, Rússia, EUA
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