23:56 14 Agosto 2020
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    Míssil de Pyongyang sobrevoa Japão (29)
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    O vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, não acredita que mais sanções são uma medida adequada para lidar com o mais recente disparo de míssil balístico da Coreia do Norte e que os recentes exercícios militares entre Estados Unidos e Coreia do Sul "provocaram" Pyongyang.

    A Coreia do Norte atirou um míssil balístico que sobrevoou o Japão e caiu no Oceano Pacífico. O disparo foi classificado como "ultrajante e "sem precedentes" pelo primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe. Coreia do Sul e Japão pediram uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para debater o míssil da Coreia do Norte. 

    "Observamos uma tendência de aumento na tensão e pensamos que os recentes exercícios [militares], apesar de terem sido mais leves do que previsto inicialmente, contribuíram para isso, no sentido de que provocaram Pyongyang a realizar outro lançamento."

    O vice-chanceler russo afirmou que, a julgar como os Estados Unidos e seus aliados comportaram-se em situações similares, mais sanções podem ser esperadas. A medida, entretanto, não deve trazer efeitos.

    "Mas isso [sanções] não resolverá nenhum problema. É óbvio para todos que o recurso das sanções sobre a Coréia do Norte está esgotado. É impossível adotar as resoluções do Conselho de Segurança da ONU que não incluírem a declaração de que a solução militar não pode ser usada, apenas a política. E que não exclua sanções unilaterais além das adotadas coletivamente pelo Conselho de Segurança", disse Ryabkov.

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    Míssil de Pyongyang sobrevoa Japão (29)

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    Tags:
    Conselho de Segurança da ONU, ONU, Sergei Ryabkov
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