22:26 22 Outubro 2017
Ouvir Rádio
    Cidadãos líbios agitam bandeiras nacionais da Líbia durante a demonstração em comemoração ao 64 aniversário de independência do país, Tripoli, Líbia, 25 de dezembro de 2015

    Rússia diz que continuará a contribuir para o diálogo na Líbia

    © AFP 2017/ MAHMUD TURKIA
    Mundo
    URL curta
    578160

    A Rússia vai continuar a contribuir para o diálogo entre as partes em conflito na Líbia. A declaração é do chefe do grupo de contato do Ministério das Relações Exteriores russo para a Líbia, Lev Dengov.

    Anteriormente, foi relatado que o comandante do Exército Nacional da Líbia, Khalifa Haftar, chegaria este sábado (12) a Moscou, onde em 14 de agosto deverá se reunir com o chanceler russo, Sergei Lavrov.

    Dengov destacou que a Rússia sempre saúda o diálogo entre Haftar e o chefe de governo de Tripoli, Fayez al-Sarraj.

    Ele ressaltou que a posição da Rússia é manter contato com todas as partes no conflito.

    "De nossa parte, vamos tentar fazer com que ´[Haftar e al-Sarraj] cheguem a um acordo e na Líbia", disse o diplomata.

    Dengov lembrou que há pouco tempo o chefe de governo de Trípoli e o Exército Nacional Líbio reuniram-se em Paris. Em seguida, eles concordaram em abrir caminho para a garantia da segurança do país e um cessar-fogo.

    Atualmente, a Líbia está dividida entre dois governos rivais. As regiões orientais do país são governadas pelo parlamento na cidade de Tobruk. O Governo do Acordo Nacional, formado com o apoio das Nações Unidas e da Europa e liderado pelo primeiro-ministro Fayez al-Sarraj, opera no oeste do país, incluindo a capital Trípoli.

    Mais:

    Nenhum navio militar estrangeiro pode entrar na costa da Líbia, ordena comandante
    Até que enfim: um acordo de paz preliminar na Líbia
    Liderança líbia declara libertação de Benghazi
    Opinião: Egito tem direto de intervir nos assuntos internos da Líbia
    Tags:
    diálogo, conflito, Khalifa Haftar, Fayez al-Sarraj, Sergei Lavrov, Líbia, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik