06:48 26 Setembro 2020
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    Durante uma coletiva de imprensa conjunta com o primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, o presidente norte-americano, Donald Trump, expressou sua falta de admiração para com o presidente sírio, Bashar Assad.

    Assad não vai escapar da responsabilidade dos crimes "horríveis" cometidas em seu país devastado pela guerra, disse Trump.

    "O que ele fez a esse país e à humanidade é horrível", acrescentou o presidente. Trump lamentou os erros do seu antecessor, Barack Obama, por não impor uma "linha vermelha" para o uso de armas químicas. Se Obama tivesse seguido esta linha, disse Trump, o Irã e Rússia teriam uma presença mais limitada na Síria.

    Trump citou o ataque norte-americano contra a base aérea de Shayrat, realizado em 6 de abril deste ano, como prova de sua abordagem dura para o problema das armas químicas na Síria. Cinquenta e nove mísseis de cruzeiro Tomahawk foram lançados de navios da Marinha dos EUA no mar Mediterrâneo. Segundo ele, essa foi a reação da Casa Branca ao uso de gás sarin em Idlib, na Síria, durante um ataque das tropas do governo. 

    Quando perguntado sobre o papel do Hezbollah na Síria e do apoio do Irã ao grupo, Trump disse que anunciará a sua posição na quarta-feira.

    "Vou tomar uma posição muito clara durante as próximas 24 horas. Vamos entender o que exatamente está acontecendo. Terei reuniões com alguns dos meus especialistas militares e tomarei uma decisão muito em breve".

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    Tags:
    armas químicas, ameaça, Donald Trump, Bashar Assad, Síria, EUA
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