Rússia questiona míssil intercontinental da Coreia da Norte na ONU

© REUTERS / KCNANorth Korean leader Kim Jong Un inspects the defence detachment on Jangjae Islet and the Hero Defence Detachment on Mu Islet located in the southernmost part of the waters off the southwest front, in this undated photo released by North Korea's Korean Central News Agency (KCNA) on May 5, 2017
North Korean leader Kim Jong Un inspects the defence detachment on Jangjae Islet and the Hero Defence Detachment on Mu Islet located in the southernmost part of the waters off the southwest front, in this undated photo released by North Korea's Korean Central News Agency (KCNA) on May 5, 2017 - Sputnik Brasil
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A Rússia enviou à ONU evidências de que a Coreia do Norte testou um míssil balístico de médio alcance - e não um projétil intercontinental. A missão permanente da China para a ONU afirmou ter recebido o material neste sábado (9).

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Na terça-feira (4), a Coreia do Norte anunciou que lançou com sucesso seu primeiro míssil balístico intercontinental (ICBM, na sigla em inglês), dizendo o projétil viajou cerca de 900 quilômetros e atingiu uma altitude de 1.740 milhas durante seu voo de 39 minutos antes de atingir com precisão uma área específica do mar do Japão.

Entretanto, a afirmação está sendo questionada pelo Ministério da Defesa da Rússia. As autoridades de Moscou afirmam que um radar Voronezh na região de Irkutsk monitorou o míssil Hwasong-14 e captou dados que indicam que o projétil voou por cerca de 14 minutos e percorreu de 500 quilômetros.

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As informações também foram enviadas para o secretário-geral da ONU e o Conselho de Segurança.

Os Estados Unidos fizeram circular um rascunho de uma declaração do Conselho de Segurança da ONU com uma condenação dos testes e classificando o projétil de terça como um míssil intercontinental. A missão permanente da Rússia na ONU discordou dos termos do documento e afirmou que os EUA, como autores do projeto, deveriam fazer ajustes.

O disparo foi discutido em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU em 5 de julho. Estados Unidos, França e Reino Unido pediram a adoção de uma nova rodada de sanções. A Rússia discorda da medida. 

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