09:27 23 Abril 2021
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    O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Marc Ayrault, afirmou que no decorrer da reunião entre os chanceleres dos países participantes do grupo G7 na cidade italiana de Lucca não foi tomada nenhuma decisão sobre sanções antirrussas e antissírias, comunicou a agência Reuters.

    Por sua vez, a agência Bloomberg informa que a questão da ampliação das sanções em relação a Moscou não chegou a ser discutida.

    De acordo com a Reuters, Ayrault frisou que todos os países do G7 concordam que o presidente sírio Bashar Assad não pode fazer parte do futuro do país. O chefe da chancelaria francesa também assinalou a necessidade de introduzir um regime de cessar-fogo, que seja regulado pela comunidade internacional, como um primeiro passo na resolução da crise síria.

    Mais cedo, o chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson, afirmou que estava disposto a exigir o agravamento das sanções antirrussas no decorrer do encontro.

    Segundo diz o The Sun, o ministro britânico quer que, na sequência do ataque químico em Idlib, o grupo G7 publique um comunicado conjunto, de acordo com o qual a Rússia deveria deixar de prestar assistência ao presidente sírio, Bashar Assad e retirar as tropas do país árabe.

    Caso Moscou recuse, haverá novas sanções além daquelas que já foram introduzidas em relação à situação em torno da Ucrânia, diz o jornal.

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    Tags:
    reunião g7, sanções, G7, Boris Johnson, Bashar Assad, Itália, Síria, Reino Unido, Rússia
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