11:42 22 Fevereiro 2018
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    Foto coletiva dos chanceleres dos países do G7 durante uma reunião na cidade italiana de Lucca, em 11 de abril de 2017

    Apesar das expectativas, G7 não tomou nenhuma decisão quanto às sanções antirrussas

    © REUTERS/ MAX ROSSI
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    O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Marc Ayrault, afirmou que no decorrer da reunião entre os chanceleres dos países participantes do grupo G7 na cidade italiana de Lucca não foi tomada nenhuma decisão sobre sanções antirrussas e antissírias, comunicou a agência Reuters.

    Por sua vez, a agência Bloomberg informa que a questão da ampliação das sanções em relação a Moscou não chegou a ser discutida.

    De acordo com a Reuters, Ayrault frisou que todos os países do G7 concordam que o presidente sírio Bashar Assad não pode fazer parte do futuro do país. O chefe da chancelaria francesa também assinalou a necessidade de introduzir um regime de cessar-fogo, que seja regulado pela comunidade internacional, como um primeiro passo na resolução da crise síria.

    Mais cedo, o chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson, afirmou que estava disposto a exigir o agravamento das sanções antirrussas no decorrer do encontro.

    Segundo diz o The Sun, o ministro britânico quer que, na sequência do ataque químico em Idlib, o grupo G7 publique um comunicado conjunto, de acordo com o qual a Rússia deveria deixar de prestar assistência ao presidente sírio, Bashar Assad e retirar as tropas do país árabe.

    Caso Moscou recuse, haverá novas sanções além daquelas que já foram introduzidas em relação à situação em torno da Ucrânia, diz o jornal.

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    Tags:
    reunião g7, sanções, G7, Boris Johnson, Bashar Assad, Itália, Síria, Reino Unido, Rússia
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