22:39 15 Julho 2020
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    O vice-diretor da exportadora de armas russa Rosoboronexport, Sergei Goreslavski, afirmou que a crise política do Brasil não teve repercussão nas negociações sobre o sistema de defesa antiaérea Pantsir-S1.

    "A complicada situação política no Brasil não afetou nossas negociações", disse Goreslavski. 

    Segundo ele, em abril, a empresa russa enviou uma resposta preliminar às Forças Aéreas brasileiras sobre a solicitação de proposta para a compra dos Pantsir-S1. "Agora estamos esperando um convite para uma negociação cara a cara", disse. 

    A assinatura do contrato para a compra de Pantsir-S1 foi já adiada por alguns anos. Inicialmente, o Brasil propôs adquirir essas armas para reforçar a segurança durante a celebração da Copa do Mundo de 2014. 

    O sistema de artilharia antiaérea móvel, armado com sofisticados mísseis superfície-ar Pantsir-S1, representa a continuação do desenvolvimento do complexo Tunguska-M1. As suas capacidades de combate podem lidar com todos os tipos de veículos aéreos tripulados e não tripulados modernos, incluindo armas aéreas de precisão localizadas a bordo. É produzido pela Rostec e exportado pela Rosoboronexport, braço de exportação de produtos militares do conglomerado russo. 

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    Tags:
    Pantsir, Copa do Mundo, Rosoboronexport, Rússia, Brasil
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