06:20 23 Setembro 2019
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    Consequências do bombardeio

    Dezenas de civis sírios morreram depois dos ataques dos EUA

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    O adjunto do representante permanente da Rússia na ONU, Yevgeny Zagaynov, chamou de preocupante a situação no Oriente Médio, em particular, na Síria, onde durante a última semana morreram dezenas de civis em ataques aéreos dos EUA.

    Falando em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, Zagaynov expressou uma "séria preocupação" sobre a destruição de escolas, hospitais e outras infraestruturas civis. Além disso, o diplomata sublinhou que muitas crianças morrem no conflito armado.

    "Deprimente é a situação em alguns países do Oriente Médio e Norte da África, na Síria só nos últimos dias e semanas, como resultado dos ataques aéreos da coalizão liderada pelos EUA morreram dezenas de civis, incluindo mulheres e crianças", afirmou o diplomata russo. 

    ​De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Síria, como resultado dos últimos bombardeios da cidade de Al-Ghandura morreram 45 civis, outras 50 pessoas ficaram feridas. Também em 19 de julho aeronaves da coalizão bombardearam a aldeia de Toukhan al-Kubra, matando trezentos sírios, de acordo com a agência de notícias SANA.

    No final de julho, foi divulgada a informação da morte de dezenas de civis em ataques aéreos em uma aldeia ao norte de Manbij na província de Aleppo.

    Não existe uma frente unida de combate contra o Daesh. Contra o grupo lutam forças governamentais da Síria (com apoio da aviação russa) e do Iraque, a coalizão internacional liderada pelos EUA (limitando-se a ataques aéreos), assim como milícias xiitas libanesas e iraquianas. Uma das forças mais eficazes que combatem o Daesh são as milícias curdas tanto no Curdistão iraquiano, como no Curdistão sírio.

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    Síria depois de Palmira (73)

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    Tags:
    coalizão internacional, mortos, ataques aéreos, civis, diplomacia, crianças, terrorismo, Daesh, Aleppo, Oriente Médio, África, Síria, EUA, Rússia
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