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    Semana de ataques na Alemanha (29)
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    Não há razões para acreditar que o suspeito por trás do tiroteio de Munique estivesse ligado ao grupo extremista Daesh, disse o chefe da polícia local Hubertus Andrae no sábado (23).

    "O atirador tinha 18 anos, nasceu e cresceu em Munique e era um aluno da escola. Uma busca foi conduzida no seu apartamento e no quarto onde ele morava. A busca não identificou nenhumas ligações ao Daesh", disse Andrae durante a conferência de imprensa organizada pela emissora N-24.

    "Não há indicaões de que, além do criminoso que cometeu suicídio, houvesse outras pessoas envolvidas nos acontecimentos da sexta-feira. Do nosso ponto de vista, está claro que estamos lidando com um lobo solitário", acrescentou.

    O chefe da polícia frisou que o ataque não tem relação com a questão dos migrantes.

    "No total, 10 pessoas foram mortas e 27 ficaram feridas, incluindo um adolescente que sofreu ferimentos graves", disse Hubertus Andrae aos jornalistas na coletiva de imprensa.

    O chefe de polícia estadual disse que o atirador não tinha licença para o porte de arma, então ele usou uma pistola Glock usada. O atirador suspeito também tinha 300 munições em uma mochila.

    Na noite de sexta-feira (23) um homem abriu fogo indiscriminadamente contra pessoas nas imediações de um movimentado shopping, em Munique, na Alemanha. Nove pessoas morreram no local e outras 16 foram levadas para o hospital, sendo três em estado grave. A polícia de Munique revelou na madrugada deste sábado (23), que o autor do ataque era um jovem de 18 anos natural do Irã.

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    Semana de ataques na Alemanha (29)

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