10:01 13 Agosto 2020
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    Recentemente foi iniciada uma ação juridical no valor de 1 bilhão de dólares contra o gigante das redes sociais Facebook.

    Os autores da ação são as famílias de cinco vítimas, com cidadania dos EUA e Israel, inclusive duas crianças, que morreram durante ataques do Hamas entre 2014 e 2016.

    De acordo com as famílias, a rede social desempenhou um papel principal nos preparativos dos ataques porque não baniu as páginas dos membros do grupo terrorista baseado em Gaza que preparou os atentados em Jerusalém e Cisjordânia.

    "O Facebook conscientemente forneceu suporte material e recursos a Hamas sob forma de plataforma para rede social online e serviços de comunicação Facebook", diz o comunicado do grupo.

    O advogado de Londres Yair Cohe comentou a situação à Sputnik dizendo que para resolver o caso é importante compreender se a rede social é uma editora ou simplesmente uma parede para ser usada por grafiteiros.

    De acordo com o que ele entende, a ação jurídica tem a ver com o fato de as famílias acharem que "Facebook ativamente assiste os infiltrados para buscar pessoas que atuam sobre as mensagens odiosas".

    A advogada dos requerentes Nitsana Darshan-Leitner também fez declarações à Sputnik, dizendo:

    "Hamas é uma organização designada [como terrorista pela ONU] e Facebook forneceu-lhes os serviços de media social, fazendo assim que eles atingissem os resultados".

    O tempo mostrará o desenvolvimento da situação, mas até o momento só sabemos que a rede social não respondeu diretamente à ação, dizendo apenas que seguia seus regulamentos para prevenir conteúdo abusivo. Além disso, um representante da empresa em Israel disse que a companhia queria que as "pessoas se sentissem seguras" ao usar o Facebook.

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    Tags:
    atentados, Facebook, Hamas, Jerusalem, Cisjordânia, Israel, EUA
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