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    As decisões da OTAN em Varsóvia (17)
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    O presidente norte-americano Barack Obama declarou que a OTAN precisa de mobilizar a vontade política e tomar medidas concretas para enfrentar desafios como o grupo terrorista Daesh, a Rússia e o Brexit.

    "Os atentados inspirados ou organizados pelo Daesh levaram vidas de pessoas inocentes nos países da OTAN, de Orlando a Paris, de Bruxelas a Istambul. Os conflitos em África, até à Síria e o Afeganistão, provocaram vagas de migrantes que buscam asilo na Europa. A agressão russa contra a Ucrânia ameaça a nossa visão de uma Europa unida, livre e pacífica. A votação no Reino Unido a favor da saída da União Europeia coloca questões importantes sobre o futuro da integração europeia", escreveu Obama no seu artigo no jornal The Financial Times.

    Obama acrescentou, pouco depois da sua chegada a Varsóvia para participar da cúpula da OTAN, que os países-membros da aliança precisarão de mobilizar a vontade política e assumir obrigações concretas para enfrentar tais desafios.

    As relações russo-americanas se deterioram na altura da crise de 2014 e do conflito posterior na Ucrânia entre o governo de Kiev e os partidários da autonomia da parte oriental do país, quando Washington, Bruxelas e os seus aliados acusaram Moscou de interferência neste conflito e introduziram  vários ciclos de sanções.

    A Rússia recusou as alegações e, por sua vez, introduziu, em agosto de 2014, um embargo de alimentos provenientes dos Estados que impuseram sanções contra Moscou. O embargo de um ano já foi prolongado.

    Tema:
    As decisões da OTAN em Varsóvia (17)
    Tags:
    Rússia, EUA, Varsóvia, Barack Obama, Daesh, OTAN, Brexit, atentados, segurança, cúpula, medidas, aliança
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