20:01 23 Outubro 2019
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    China quer acabar com propagação de notícias falsas em redes sociais

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    O regulador da internet da China vai reforçar a campanha para prevenir e combater a propagação de informações falsas e rumores na imprensa e redes sociais.

    A Direção-geral do Estado para a cibersegurança emitiu nesta segunda (4) um decreto para fortalecer o combate contra a divulgação de informação falsa no espaço da internet. O gabinete instruiu "todos os sites da internet a tomarem as medidas necessárias para que o conteúdo das mensagens e informações  publicadas seja confiável, abrangente, objetivo e verdadeiro".

    ​O regulador da internet exigiu a todos os sites realizarem a padronização das notícias publicadas nas aplicações móveis, redes sociais e outras plataformas da internet. É estritamente proibido usar rumores e distorcer os fatos, diz o relatório.

    "… É estritamente proibido o uso nas notícias de informações não verificadas e não confirmadas, publicadas em redes sociais e outras plataformas da Internet," diz o comunicado.

    Antes, a agência de notícias Xinhua informou que o governo lançará uma campanha contra os comentários on-line e o reposte de conteúdo que contradiga as leis.

    Em 1 de março de 2015, as autoridades chinesas intensificaram o controle sobre a informação na Internet. As novas regras proíbem o uso de qualquer informação que viole a Constituição e outras leis do país.

    As autoridades chinesas afirmam que restrições à Internet, incluindo bloqueio de sites populares como Google e Facebook, são necessárias para garantir segurança contra crescentes ameaças como o terrorismo.

    A primeira versão da proposta da lei de cibersegurança, publicada há mais de um ano, ampliou a proteção de dados dos usuários contra hackers e grupos de revenda de dados, mas também aumentou os poderes do governo em acessar e bloquear a disseminação de registros privados que a legislação chinesa considera como ilegal.

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    Tags:
    notícias, publicação, informação, Internet, comunicado, redes sociais, cibersegurança, Xinhua, Facebook, Google, China
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