20:58 12 Julho 2020
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    As sanções dos EUA contra as empresas militares da Rússia que apoiam a Síria na luta contra o Daesh podem ser avaliadas como um apoio indireto aos terroristas, disse o vice-ministro do das Relações Exteriores da Rússia Sergei Ryabkov.

    Anteriormente, foi comunicado que o Departamento do Estado dos EUA divulgou informações sobre 28 empresas da Rússia, China, Bielorrússia e de outros países que foram incluídas na lista de sanções em conformidade com a Lei de Não Proliferação Nuclear no Irã, Coreia do Norte e Síria. 

    "Washington continua expandindo as sanções. Para tentar de novo influenciar uma série de empresas do nosso setor da defesa sob pretexto da sua cooperação com outros países, nomeadamente com a Síria, os EUA demonstraram de modo evidente a essência de sua política. Como se pode avaliar a intenção da Casa Branca de 'punir' as empresas russas que estão ajudando o povo sírio na luta contra o Daesh e outros grupos terroristas? Não será como apoio indireto aos terroristas?", disse Ryabkov citado pela página da organização militar.

    Lembramos que, após o referendo da reunificação da Crimeia com a Rússia, em 2014, os EUA e a UE impuseram sanções contra a Rússia, incluindo restrições econômicas. Em agosto de 2014 Moscou respondeu com um embargo sobre as importações de produtos alimentares provenientes desses países.

    As sanções visavam agravar a situação econômica na Rússia, mas vários especialistas e empresários europeus já admitiram que são eles próprios que têm sentido os efeitos negativos destas.

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    Tags:
    terrorismo, apoio, guerra de sanções, opinião, reação, Ministério das Relações Exteriores, Rússia
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