17:24 23 Outubro 2019
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    Um policial francês se recusou a apertar a mão do presidente do país François Hollande e do primeiro-ministro Manuel Valls durante uma cerimónia de homenagem

    Policial francês recusa apertar mão de Hollande

    © REUTERS / Dominique Faget/Pool
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    Um policial francês se recusou a apertar a mão do presidente do país François Hollande e do primeiro-ministro Manuel Valls durante uma cerimônia de homenagem, informou a emissora RTL nesta sexta (17).

    O incidente ocorreu depois de um discurso na cerimônia de homenagem de dois policiais que foram mortos por um atirador.

    O presidente Hollande passou ao longo de uma linha de policiais que estavam presentes na cerimônia, apertando as mãos deles. Um dos policiais, de repente, se recusou a oferecer a mão ao presidente, e continuou parado.

    Segundo a RTL, o policial também se recusou a apertar a mão do primeiro-ministro Valls, que então se aproximou do policial e supostamente comentou sobre o incidente. A RTL não divulgou mais detalhes.

    ​Na terça-feira, o ministro do Interior da França, Bernard Cazeneuve, confirmou que o ataque de segunda-feira contra um comandante da polícia e sua família, nos arredores de Paris, tinha sido um ato terrorista.

    No começo do dia, a porta-voz do governo francês Stephane Le Foll também confirmou que o esfaqueamento foi "um ataque terrorista".

    Na segunda-feira à noite, um assaltante jihadista tinha esfaqueado o comandante da polícia, de 42 anos de idade, Jean-Baptiste Salvaing no subúrbio de Magnanville, no noroeste de Paris, e tomou como reféns o filho da vítima e a mãe do menino Jessica Schneider em sua casa.

    O assassino, de acordo com a CNN, foi identificado como Larossi Abballa. Depois de invadir a casa do casal, ele declarou sua lealdade ao grupo terrorista Daesh antes de ser morto pela polícia.

    A esposa do comandante também foi morta a facadas, mas a criança foi resgatada.

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    Tags:
    esfaqueamento, policial, atirador, homenagem, jihadismo, terrorismo, CNN, Stephan Le Foll, Jean-Baptiste Salvaing, Bernard Cazeneuve, Manuel Valls, François Hollande, Magnanville, Paris, França
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