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    EUA intimidados pela inteligência 'agressiva' da China

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    A principal ameaça aos EUA vem da China, disso David Major, antigo agente da Agência Federal de Investigação (FBI em inglês) e atual diretor de um think tank sobre segurança.

    Em uma reunião da  Comissão para Economia e Segurança EUA/China, realizada na semana passada, analistas afirmaram que a espionagem chinesa constitui a ameaça mais grave para a segurança dos EUA.

    De acordo com a informação obtida pelo grupo de reflexão em contraespionagem CI Centre, nos EUA entre 1985-2016 foram identificados cerca de 160 espiões chineses.

    Muitos deles estavam envolvidos no furto de segredos comerciais e tecnologias úteis para o exército da China, incluindo Wenxia Man, condenada na semana passada por tentativa de obtenção ilegal e exportação de motores de caças e um veículo aéreo não tripulado para a China.

    O agente secreto descobriu que o comprador de Wenxia Man na China era um espião na área da tecnologia que trabalhava para as Forças Armadas chinesas e que tinha como intenção reconstituir e replicar itens de defesa obtidos no estrangeiro.

    "As investigações e detenções por espionagem industrial  do FBI e violações das leis de controle de exportações têm sido em grande número, predominantemente ligado ao governo chinês", disse Michele Van Cleave, antigo executivo do serviço nacional da contrainformação dos EUA.

    Peter Mattis, analista em assuntos da China da Fundação Jamestown, advertiu sobre o número crescente de fatos do recrutamento de jovens dos EUA que viajam para a China, afirmando que os estudantes norte-americanos recrutados podem depois vir a trabalhar para o governo dos EUA ou para empresas de alta tecnologia e depois transmitir informações sensíveis para a China.

    Os analistas acreditam que as forças nucleares da China foram recentemente desenvolvidas a partir venda de segredos nucleares dos EUA através de agentes recrutados e  por meio de espionagem online.

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    Tags:
    preocupação, defesa, tecnologia, agentes, segredos comerciais, espionagem, China, EUA
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