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    Soldado líbio leal ao governo internacionalmente reconhecido patrulha uma rua na cidade costeira de Bengazi em 28 de fevereiro de 2015

    Funcionário de Pentágono deve testemunhar em processo do operador de drone em Benghazi

    © AFP 2019 / ABDULLAH DOMA
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    A investigação do ataque de 2012 contra a missão dos Estados Unidos em Benghazi deve ter testemunhas.

    Um alto funcionário do Departamento de Defesa deve testemunhar na Câmara dos Representantes dos EUA no âmbito da investigação do ataque de 2012 contra a missão dos EUA em Benghazi (Líbia). Disse o congressista Trey Gowdy, presidente da Comitê Seleto para investigação dos acontecimentos em Benghazi (The United States House Select Committee on Events Surrounding the 2012 Terrorist Attack in Benghazi), em um comunicado depois de entrevistar um dos operadores de drones que trabalharam na noite do ataque.

    “Investigações centradas nos fatos corroboram a informação com indivíduos que têm conhecimento e competência específicos”, disse Gowdy. “Isto significa que uma conversa com membros dos serviços que têm informações de primeira mão é tãol importante como a conversa com os generais e almirantes que os comandam”.

    Na quinta-feira, a comissão entrevistou "John de Iowa", um membro não identificado da Força Aérea dos Estados Unidos, que fez alegações sobre o ataque a um programa de rádio nos Estados Unidos em 2013.

    Na sexta-feira, Gowdy acionou o Secretário Assessor de Defesa Stephen Hedger para prestar contas por ele não ter fornecido o nome e as informações do operador à comissão de Bengazi.

    "John" disse que era operador de drones para um militar dos EUA que estava trabalhando no dia 11 de setembro de 2012, quando aconteceu o ataque em Bengazi.

    O ataque de 2012 ao complexo diplomático dos EUA em Benghazi foi feito no 11º aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro em Nova York e Washington (DC) e matou o embaixador dos EUA Christopher Stevens e três outros cidadãos americanos.

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    morte, embaixador, investigação, Pentágono, Benghazi, Líbia, EUA
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