23:07 27 Outubro 2020
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    A polícia de Jerusalém mobilizou hoje (10) mais forças de segurança para Jerusalém, na primeira sexta-feira do Ramadã, o mês de jejum muçulmano, apenas dois dias depois do ataque em Tel Aviv que matou quatro e feriu seis pessoas.

    Milhares de agentes e policiais de fronteiras foram colocados em vários pontos da cidade velha e da parte oriental de Jerusalém, área palestina ocupada por Israel desde 1967.

    As autoridades israelenses anularam ontem 83.000 permissões concedidas aos palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza para entrar em Jerusalém oriental e Israel durante o Ramadã, e na noite de ontem decretaram o fechamento dos territórios palestinos até domingo à meia-noite, altura da festa judaica do Shavuot, para os palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza.

    O Exército israelense instalou ontem dois batalhões adicionais com dezenas de soldados na Cisjordânia, após o ataque de quarta-feira, no centro comercial Sarona Market de Tel Aviv, tendo fechado a cidade palestina de Yatta, no sul de Hebrom, de onde vieram os dois palestinos que cometeram o atentado.

    Ontem à noite, o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahu, revelou que a polícia prendeu um terceiro suspeito envolvido no ataque.

    Há preocupações de que, após a oração de hoje ao meio-dia na Esplanada das Mesquitas, onde se encontra a mesquita de Al-Aqsa, possam ocorrer desordens.

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    Tags:
    desordens, alerta máximo, Jerusalém, Palestina, Israel
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