00:08 26 Setembro 2018
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    População da Abkházia comemora o reconhecimento de sua independência pela Rússia

    Abkházia não pretende se tornar região da Rússia

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    O primeiro-ministro da Abkházia, Artur Mikvabia, afirmou que Sukhum (capital do país) não seguirá o exemplo da Ossétia do Sul.

    Comentando o referendo na Ossétia do Sul o premiê abcásio disse que "Abkházia" é uma história completamente diferente".

    "Os motivos de Tskhinval (capital da Ossétia do Sul) são claros. Os ossetas são um povo dividido, parte do qual vive na Rússia e outra parte na Ossétia do Sul. Por isso, têm um desejo de se reunificar. A nossa situação é diferente. Queremos ser, ao mesmo tempo, um Estado independente e um aliado seguro e leal da Grande Rússia. Merecemos a nossa independência pagando com as vidas dos melhores dos nossos filhos e filhas", disse em entrevista à RIA Novosti.

    O referendo na Ossétia do Sul será realizado em 2017.

    A Ossétia do Sul e a Abkházia proclamaram a sua independência da Geórgia em agosto de 2008, depois de a última ter levado a cabo uma ação armada contra Tskhinval para evitar a separação destes territórios. A Rússia reconheceu a soberania das duas repúblicas em 26 de agosto de 2008. Moscou sublinhou repetidamente que esta decisão é final e não será revista.

    A independência da Abkházia e da Ossétia do Sul é reconhecida por mais três membros da ONU – Venezuela, Nicarágua e Nauru. Além disso, as duas regiões estabeleceram relações diplomáticas com repúblicas não reconhecidas de Nagorno-Karabakh, Transnístria e Donetsk.

    Tags:
    aliado, destino, independência, referendo, soberania, cooperação, Abkházia, Rússia
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