Presidente ucraniano promete retorno de Donbass e Crimeia depois de Savchenko

© Sputnik / Mikhail Palinchak / Acessar o banco de imagensPresidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko junto com Nadezhda Savchenko depois do retorno dela a Kiev, 25 de maio 2016
Presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko junto com Nadezhda Savchenko depois do retorno dela a Kiev, 25 de maio 2016 - Sputnik Brasil
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O presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko declarou que depois do retorno da militar ucraniana Nadezhda Savchenko à pátria, a Ucrânia irá recuperar tanto a região de Donbass, como a península da Crimeia.

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Lembramos que hoje (25) o presidente da Rússia Vladimir Putin assinou o decreto de indulto para a militar ucraniana Savchenko condenada pelo assassinato de dois jornalistas russos da Rádio Televisão Estatal da Rússia (VGTRK) em Donbass. Depois do indulto, ela foi levada a Kiev. Neste mesmo dia, um avião da companhia aérea estatal russa Rossiya trouxe a Moscou dois cidadãos russos: Yevgeny Erofeev e Aleksandr Aleksandrov, detidos em Donbass e condenados na Ucrânia por atividade terrorista e indultados pelo presidente ucraniano Pyotr Poroshenko.

“É o dia quando voltou esperança à Ucrânia. Nadezhda Savchenko [o nome dela significa esperança em russo] e a esperança e fé firme na nossa vitória. Do mesmo jeito que nós recuperamos Nadezhda, assim vamos recuperar Donbass, assim vamos recuperar a Crimeia sob a soberania ucraniana”, disse Poroshenko durante a coletiva conjunta com Savchenko.

Os habitantes das regiões de Lugansk e Donetsk não reconheceram a legitimidade da mudança de puder que aconteceu em fevereiro de 2014 e em abril eles tinham proclamado a criação das “repúblicas populares”. Kiev não reconhece estes territórios, considerando-os como ocupados, e está realizando a operação militar contra eles desde abril de 2014.

Os habitantes da Crimeia, russos em sua grande maioria, optaram por se separar da Ucrânia através de um referendo realizado em março de 2014 preocupados com as consequências da mencionada mudança de puder em Kiev. Mais de 96% dos habitantes da península apoiaram a sua reintegração com a Rússia. O Ocidente chamou a votação de "anexação". Moscou declarou que o referendo foi realizado em plena conformidade com o direito internacional.

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