06:46 28 Março 2020
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    Um dos médicos do hospital, sob condição de anonimato, disse ao correspondente da Sputnik que no dia 5 de maio, quatro jihadistas feridos na fronteira síria foram levados ao hospital. Segundo medico o fato da hospitalização e o tratamento dos militantes do Daesh não foi fixado na documentação.

    Como foi revelado, mais cedo os guarda-fronteiras turcos abriram fogo contra os militantes estrangeiros do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia), que tinham tentado ultrapassar a fronteira ilegalmente no bairro Oguzeli, na província de Gaziantep. Durante o tiroteio três militantes foram mortos, 11 receberam ferimentos, quatro deles foram levados ao hospital.

    Ersin Arslan
    © Sputnik / HİKMET DURGUN
    Ersin Arslan

    O medico diz o seguinte: "Foram levados ao nosso hospital quatro militantes do Daesh, um deles — Bagur Ferhad, oriundo de Afeganistão, ano de nascimento 1993. Examinei os militantes. Eles tinham ferimentos a bala. Não há ameaça a vida. Os jihadistas feridas não foram registradas na lista de pacientes. Acho que a direção do hospital não quer que a sociedade saiba que estes pessoas foram curados aqui. Os médicos e enfermeiros não querem tratar os militantes do Daesh, porque alguns médicos são de Kilis, que fica afetado diariamente por bombardeios do lado sírio, controlado pelo Daesh.

    Ersin Arslan
    © Sputnik / HİKMET DURGUN
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    Tags:
    militantes, jihadistas, hospital, Daesh, Turquia
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