09:18 24 Setembro 2017
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    Por volta de 150 soldados americanos chegaram a nordeste da Síria, de acordo com forças de segurança curdas

    Envio de 150 militares americanos à Síria é uma ‘invasão perigosa’

    © AFP 2017/ AHMAD AL-RUBAYE
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    Campanha militar antiterrorista na Síria (132)
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    A notícia sobre a chegada de 150 militares norte-americanos a Síria causou preocupações de Damasco, que considera a mesma como um ato de invasão e violação da soberania do país, diz a agência de informação síria SANA, se referindo ao Ministério do Exterior do país.

    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na segunda-feira (25) “o envio de até 250 militares <…> norte-americanos à Síria, inclusive forças especiais”. Espera-se que estes vão treinar militantes das Forças Democráticas da Síria.

    O dono da Casa Branca afirma que a medida visa repelir os terroristas do Daesh.

    As forças de segurança curdas revelaram as informações sobre a chegada de em torno de 150 soldados dos EUA à cidade de Rumeilan, controlada por curdos. De acordo com a fonte, uma parte de grupo partiu imediatamente para o norte da província de Raqqa.

    “Estamos preocupados com as notícias sobre a chegada de 150 soldados americanos à região de Rumeilan na Síria. República Árabe da Síria condena esta agressão, que representa uma invasão perigosa e violação de soberania da Síria”, disse a chancelaria do país citado pela agência de notícias nacional.

    Apesar das declarações repetidas de Barack Obama, que o pé do soldado americano não pisaria no solo sírio, os planos recentes de ampliar significativamente a presença dos militares estadunidenses no país por meio de envio adicional de outros 250 soldados, ao serem realizados, resultarão no aumento de número de militares americanos no território da Síria até 300 pessoas.

    Tema:
    Campanha militar antiterrorista na Síria (132)

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    Tags:
    terrorismo islâmico, soberania, violação, invasão, agressão militar, voto de protesto, militares, tropas, soldados, diplomacia, curdos, Casa Branca, SANA, Daesh, Barack Obama, Rumeylan, Washington, Raqqa, EUA, Síria
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