06:45 28 Março 2020
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    As manobras militares anuais realizados pelos EUA e Filipinas no mar da China Meridional acabam nesta sexta-feira (15). Mas os Estados Unidos não querem que as suas tropas voltem para casa neste ano.

    O ministro da Defesa chinês, Chang Wanquan, opinou que a patrulha conjunta dos EUA e Filipinas no mar da China Meridional era uma manifestação da mentalidade da Guerra Fria.

    Na quinta-feira o chefe do Pentágono, Ashton Carter, se reuniu com o presidente das Filipinas, Benigno Aquino, e declarou no âmbito do encontro que os Estados Unidos queriam se unir às Filipinas para patrulhar o mar da China Meridional. Segundo a mídia, no momento houve exercícios conjuntos dos EUA e das Filipinas nesta região, mas depois os militares e material bélico dos EUA podem ficar no arquipélago.

    “Os Estados Unidos e as Filipinas fortalecem a união militar e a presença militar na região, realizando treinamentos conjuntos, que são uma manifestação da mentalidade da Guerra Fria, e a paz e a estabilidade na região não beneficiam disso”, declarou o ministro da Defesa chinês.

    A militarização na região “que prejudica a paz e a estabilidade regional”, acrescentou o ministro, insistindo que as ações deles não afetem os interesses dos outros países.
    No mar da China Meridional há muitas ilhas e áreas marítimas que pertencem ao Brunei, China, Taiwan, Malásia, Filipinas e Vietnã.

    Em janeiro, Ashton Carter e o ministro da Defesa filipino Voltaire Gazmin tiveram um encontro em Washington, onde discutiram a construção de um sistema de defesa conjunto e melhoramento das suas capacidades de defesa terrestre e marítima.

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    Tags:
    treinamento militar, Guerra Fria, Mar da China Meridional, Filipinas, China, EUA
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