14:47 01 Março 2021
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    A OTAN tem que envidar mais esforços para apoiar os países que seguem os programas contra a radicalização, disse o enviado especial da aliança, general Adrian Bradshaw.

    “Há muita coisa que pode ser feita para apoiar os países que implementam no seu território programas contra o radicalização” disse Bradhaw à emissora britânica BBC.

    Segundo Bradshaw, a aliança deve promover estratégias nacionais cujo intuito é o de impedir a radicalização das pessoas. As ações incluem a propaganda do Islã tolerante entre os imãs. Programas parecidos já foram introduzidos com êxito na Jordânia.

    “Podemos ajudar a atrair atenção aos benefícios de uma atividade deste tipo, que não é uma atividade militar ou nossa responsabilidade principal”, acrescentou Bradshaw.

    Radicalismo é uma questão importante em Europa e todo o mundo, por causa da ameaça do terrorismo proveniente dos indivíduos radicalizados. Este problema foi discutido amplamente depois dos ataques terroristas em Paris e arredores em 13 de novembro de 2015, matando 130 pessoas e ferindo mais de 360. O ataque terrorista em Bruxelas em março de 2016, que matou mais de 30 civis, aumentou as preocupações europeias sobre a questão de radicalização.

    Os ataques foram reivindicados por um grupo terrorista que se autodenomina "Estado Islâmico" (é também conhecido como Daesh). É um grupo islamista radical proibido na Rússia e muitos outros países que assume a responsabilidade de ataques. Também é famoso pelo uso de vários meios de propaganda para atrair novos adeptos.

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    Tags:
    radicalismo, islã, OTAN, Estado Islâmico, Adrian Bradshaw, Jordânia
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