17:10 26 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Mundo
    URL curta
    141
    Nos siga no

    O advogado Baltasar Garzón espera que o imbróglio em torno do seu cliente, o fundador do site WikiLeaks Julian Assange, seja solucionado ainda em 2016 e ele possa deixar o prédio da embaixada do Equador em Londres, onde está confinado há vários anos.

    “Esperamos por isso [solução da situação de Assange], esperamos e desejamos. Acho que vamos conseguir. Ele [Assange] sempre demonstrou a sua disposição para cooperar”, cita o portal TVN-Noticias as palavras de Garzón.  

    Assange foi detido em Londres, em dezembro de 2010, por solicitação dos órgãos de segurança suecos, que exigiram sua extradição para Suécia. Na Suécia, no verão de 2010, foram iniciadas investigações sobre o envolvimento de Assange em casos de violência sexual. 

    Julian Assange reside na embaixada do Equador desde 2012, ocasião em que solicitou asilo político às autoridade de Quito, por temer ser extraditado para os EUA pelas autoridades suecas, em função das suas atividades relacionadas ao site WikiLeaks. 

    Na opinião de Garzón, a posição da Grã-Bretanha e da Suécia, que se recusam a considerar a decisão do grupo de trabalho da ONU sobre detenção ilegal a favor de Assange, constitui violação dos direitos do seu cliente.

    Mais:

    ONU apela ao Reino Unido e Suécia para libertar Assange
    Suécia: Parecer da ONU não impactará investigação criminal sobre Assange
    Contagem regressiva: ONU está a ponto de definir destino de Assange
    Equador e Suécia chegam a acordo para interrogar Assange
    Tags:
    Grã-Bretanha, EUA, Suécia, Equador, Londres, Julian Assange, Baltasar Garzón, WikiLeaks, ONU
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar