00:50 22 Outubro 2017
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    Protesto perante o edifício do parlamento da Moldávia, Chisinau, 21 de janeiro de 2016

    Cinco mil pessoas com orientação pró-russa protestam na capital da Moldávia

    © Sputnik/ Stringer
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    Cerca de cinco mil apoiantes do Nosso Partido e do movimento civil Dignidade e Verdade se juntaram na quinta-feira (21) perante o parlamento em Chisinau, capital da Moldávia, informou uma fonte na polícia moldávia.

    Na cidade continuam os protestos contra a decisão do presidente moldávio, Nicolae Timofti, de nomear Pavel Filip, o ministro de tecnologias informacionais e comunicações e membro do partido no poder, para o cargo de primeiro-ministro. O decreto correspondente foi assinado na quarta-feira (20).

    “Cerca de cinco mil apoiantes do partido socialista Nosso Partido e movimento de centro-direita Dignidade e Verdade se juntaram na praça à frente do parlamento”, a fonte disse à RIA Novosti.

    O protesto é pacífico, de acordo com a fonte. A oposição diz que “não apela à violência”.

    “A nossa tarefa é chamar os cidadãos do país, não obstante a sua origem étnica, para se unir e conseguir realizar as eleições antecipadas. Hoje, todos os líderes de oposição são convidados para a discussão com o presidente do Parlamento, Andrian Candu”, disse aos ativistas o líder do Nosso Partido oposicionista, Renato Usatii.

    Inauguração dos exercícios Trident Juncture em Trapani, na Itália
    © AFP 2017/ MARCELLO PATERNOSTRO
    Segundo Usatii, o presidente examinará as exigências da oposição de dissolver o parlamento, realizar eleições antecipadas e libertar os prisioneiros políticos moldávios.

    Desde o início de setembro de 2015, grandes protestos contra o governo tomaram a capital moldávia. Os ativistas exigem a demissão do presidente, do primeiro-ministro e do procurador-geral, bem como realizar eleições parlamentares antecipadas e medidas para lidar com a corrupção.

    Tags:
    eleições parlamentares, partidos, parlamento, protestos, oposição, Moldávia
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