16:35 18 Junho 2021
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    A coalizão internacional liderada pelos EUA matou, em dezembro passado, cerca de 2,5 mil combatentes do grupo radical Daesh (também conhecido como Estado Islâmico). A maioria foi morta durante ataques aéreos na Síria e no Iraque, informou nesta quarta-feira (6) um porta-voz do Exército norte-americano.

    O coronel Steve Warren disse ainda que, desde o início dos ataques aéreos, em agosto de 2014, o Daesh perdeu 22 mil quilômetros quadrados, ou seja, 40% do território que controlava no Iraque e cerca de 2 mil km2, 10%, na Síria.

    “Consideramos que o Estado Islâmico se encontra atualmente numa posição defensiva”, afirmou Steve Warren, adiantando que o grupo “atingiu o ponto alto de suas operações ofensivas por volta de maio, mas desde vem perdendo terreno”.

    Apesar do número de jihadistas mortos ser significativo, considera-se que o Daesh pode reabastecer suas fileiras com alguma rapidez, graças ao excesso de jovens sem ocupação nos países vizinhos, nos quais a situação económica e política é difícil.

    Os Estados Unidos calculavam no ano passado que existiriam entre 20 mil e 30 mil membros do Daesh no Iraque e na Síria, número repetido hoje pelo coronel Warren.

    Sobre as derrotas do Daesh na Síria e no Iraque, o coronel disse que elas têm como contraponto a conquista de novos territórios, por exemplo na Líbia, onde os fundamentalistas tentam controlar vários terminais petrolíferos em diferentes portos.

    A estratégia da coalizão internacional contra o Daesh tem sido atacar a infraestrutura petrolífera utilizada pelo grupo extremista para se financiar, informou Agência Brasil.

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    Tags:
    coalizão internacional, Daesh, Steve Warren, Líbia, Iraque, Síria, EUA
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