04:13 01 Outubro 2020
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    Uma autoridade afirmou que o FBI está tratando o tiroteio que deixou 14 mortos em San Bernardino, na Califórnia, como um potencial ato de terrorismo, entretanto, a instituição ainda não chegou a uma conclusão. A autoridade não tinha autorização para discutir a questão e falou sob condição de anonimato para agência Associated Press.

    Ele afirmou que Syed Rizwan Farook, um dos atiradores, se comunicou com pessoas que estavam sob suspeita do FBI por terem conexões com uma investigação de terrorismo. Entretanto, a autoridade disse que o contato foi com "pessoas que não têm papel significativo no nosso radar" e não há indicação imediata de qualquer contato entre as partes antes do tiroteio. 

    A fonte afirmou que Farook e sua esposa, Tashfeen Malik, que também participou do tiroteio, não estavam no radar do FBI antes do incidente. Ele ainda disse que o contato de Farook com as pessoas investigadas é um "fator em potencial", mas alertou que o "contato com indivíduos que estão sendo investigados não significa que você é um terrorista". 

    Syed e Tashfeen Farook se casaram em agosto de 2014. A licença de casamento deles mostra que a cerimônia ocorreu no sul da Califórnia e que ambos são muçulmanos. O documento ainda revela que as mães e os pais dos dois nasceram no Paquistão. 

    As testemunhas que assinaram o documento do casamento são o irmão de Syed e o irmão de Tashfeen, que disse para repórteres que a família está em choque com os acontecimentos. 

    Tashfeen Malik saiu do Paquistão e entrou nos Estados Unidos um mês antes do casamento, sob um visto que demandava que ela se casasse dentro de 90 dias ou então teria de sair do país.

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    Tags:
    tiroteio, FBI, Tashfeen Malik, Syed Rizwan Farook, San Bernardino, Califórnia, EUA
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